BEM-VINDO AO VAGNER LIMA ESPORTE  
 

Club Atlético BOCA JUNIORS

(ARGENTINA)

Site oficial: www.bocajuniors.com.ar

 

Boquita que mal nos acostumbraste, Boquita que nos acostumbraste mal, a esperar cada domingo seguros de que ibas a ganar. Decían que no jugabas a nada y que los "equipos grandes" te faltaba enfrentar. Pero con fútbol y goles la "Boca" a todos hacías cerrar. Sí, ya no se puede disimular, que grite el pueblo boquense, que la "Mitad más Uno" se haga escuchar, que todos sintam nuestra alegría y nos deixem festejar. Boquita que mal nos acostumbraste, Boquita que nos acostumbraste mal, ¡¡¡Boquita te llevo en el alma y cada día te quiero más!!!  

Quando os amantes do futebol, Esteban Baglietto, Alfredo Scarpatti, Santiago Pedro Sana e os irmãos  Juan Antonio e Teodoro Farenga resolveram juntar essa paixão para formar uma nova equipe em Buenos Aires, não poderiam imaginar que esse amor poderia se multiplicar em tão pouco tempo. La mitad mas uno, como dizem os argentinos, ou a metade mais um, fizeram do sonho desses cinco jovens do pobre bairro de la Boca que acrescentaram ao nome do bairro a palavra Juniors, apenas por status, o clube de maior torcida na Argentina.  

Nos primeiros torneios, a equipe com a camisa azul e branca entrava nos campos de várzea em busca das primeiras conquistas. Mas encontrou pela frente uma equipe do bairro de Boedo que usava exatamente as mesmas cores do seu uniforme. Surgiu então um primeiro desafio, um duelo pelo direito de vestir o azul e o branco. O Boca perdeu. Talvez a única derrota da equipe que pode ser considerada bem-vinda. Diz a lenda que o então presidente do clube, Juan Bricchetto, desanimado com o fracasso, resolveu que adotaria as cores da bandeira da embarcação que ele primeiro avistasse no porto do Riachuelo. Como a primeira embarcação vista era sueca, deste dia em diante o azul e o amarelo foram adotados como as cores que vestiriam grandes jogadores e lavariam o clube a grandes sucessos. 

Vestiram o azul e oro, como eles dizem, importantes nomes do futebol argentino. O maior deles, Diego Armando Maradona, chegou ao clube em 1981, ficou só um ano na equipe, o suficiente para virar o torcedor mais ilustre do Boca Juniors, o que fez com que ele voltasse em 1995 já em final de carreira. O pouco tempo que atuou não fez de Maradona o jogador que mais marcou com a camisa do Boca. Essa saga pertence a Francisco "Pancho" Varallo que durante a década de 30, fez 181 gols. Outros nomes conhecidos passam pelo time argentino, como o goleiro Gatti, Roberto Cherro, Gabriel Batistuta, Martín Palermo entre tantos outros que fizeram a torcida bostera vibrar nas arquibancadas.  

 

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